Como funciona
Rode o driver oficial do fabricante numa VM Windows (KVM) com o dispositivo real passado para a VM.
Capture o tráfego no host Linux com usbmon enquanto executa a operação de referência, como uma digitalização.
Peça ao agente que escreva o driver Linux, repita a mesma operação e capture o tráfego do mesmo jeito.
Faça o agente comparar as duas capturas e tratar cada diferença como um bug a corrigir.
Para dispositivos sem barramento para escutar, como câmeras MIPI, use arquivos INF, registro e tabelas ACPI do Windows como referência, e valide tudo no hardware físico.
Prompt
Troque o que estiver entre [colchetes] pelos seus dados.
Tenho um scanner USB sem suporte no Linux. Configure uma VM Windows com KVM e passthrough do dispositivo para rodar o driver do fabricante, e capture o tráfego USB no host com usbmon enquanto eu faço uma digitalização. Depois escreva um backend SANE que reproduza essa sequência, capture o tráfego dele da mesma forma e compare as duas capturas. Liste cada diferença como um bug provável, corrija um por vez e me diga o que testar no aparelho real. Não copie código do driver do Windows: só extraia comportamento e constantes observadas.Resultado relatado
Primeira digitalização no Linux em poucas horas e, dias depois, um driver quase completo: 34,6 s por digitalização contra 54,4 s do driver oficial. Num só dia, também saíram patches de kernel e libcamera para a câmera do ThinkPad.
Conforme relatado pela fonte. Os resultados dependem da sua configuração e dos seus dados.